O paradoxo do RH estratégico: mais benefícios, menos custos

14 set

A gestão de saúde nas empresas tornou-se uma demanda. Organizações que ignoram o tema de saúde corporativa estão comprometendo a folha de pagamento, além de colocar em xeque a produtividade dos colaboradores.

Por Leandro Racuia *

Segundo o Ibope Inteligência (2017), ter um plano de saúde é um desejo de 57% dos brasileiros. Isto corrobora com a perspectiva de assistência médica ser o principal benefício oferecido pelas empresas. Inclusive, Paolo Gallo do Fórum Econômico Mundial, considera a qualidade de vida uma das principais questões nos RHs de hoje.

Com o crescente desequilíbrio dos custos com saúde (afastamentos, planos de saúde, absenteísmo e presenteísmo) e esta busca das organizações por estratégias para qualidade de vida, surge o casamento perfeito com inovações que trabalhem essa demanda, de forma escalável e a baixo custo.

Impacto econômico da saúde no caixa das empresas

Fonte: Mercer Marsh Benefícios. Retirado de “Saúde Corporativa” do Hospital Sírio-Libânes

Cerca de 15% da folha de pagamento se configura como custos diretos de saúde nas empresas. Para se ter uma ideia, seria a mesma coisa que o CEO concordar em aumentar em 3 vezes o salário de cada colaborador. Seria incrível se a empresa não fosse à falência!

Além disso, é negligenciada uma enorme oportunidade corporativa. De acordo informações disponibilizadas pelo Hospital Sírio-Libanês, o Fórum Econômico Mundial prevê que para cada dóllar investido em saúde nas organizações, o retorno seja pelo menos 5 vezes maior (US$5,81). Está na hora de investir em inteligência na gestão de saúde corporativa.

Quais são players relevantes no cenário de saúde corporativa?

O Hospital Sírio-Libanês, referência no Brasil, tornou-se pioneiro em gestão de saúde para organizações ao criar a iniciativa Saúde Corporativa. A iniciativa dará uma passo adiante na racionalização ao acesso a serviços médicos e melhora da qualidade de vida.

Para isso, o modelo proposto para essa iniciativa – capitaneada pelos gestores Gentil Alves Junior e Fabio Patrus – está focado na atenção primária, prevenção de situações de risco e promoção de saúde, antecipando-se à situações críticas, tais como tratamento de doenças, internações, ou atendimentos nos Pronto-Atendimentos de modo aleatório. Estas situações em geral são muito mais custosas. Este também é foco da Tá.Na.Hora, embora sejam abordagens diferentes.

A Tá.Na.Hora por sua vez usa inteligência artificial para monitoramento do quadro de saúde e acompanhamento de colaboradores. Em suma, são estratégias complementares à programas assistenciais e de enorme potencial. Mas, como funciona na prática?

Estratégia da Tá.Na.Hora

A Tá.Na.Hora usa tecnologia em dispositivos móveis para educar, engajar e monitorar populações de risco. Assim, a Tá.Na.Hora também atua no modelo de atenção primária visando a prevenção de eventos adversos, que significam procedimentos de alta custo, e promoção de hábitos mais saudáveis com dicas e recomendações para colaboradores.

Única inovação digital com aprovação da ANVISA e em concordância com as diretrizes clínicas do ICHOM e ANS, a empresa criou os primeiros chatbots de saúde do Brasil – robôs inteligentes da Tá.Na.Hora – que com conteúdo engajante em saúde são capazes de interagir com usuários, gerando dados e avaliações de saúde.

Por ser uma inovação acessível diretamente nos dispositivos móveis das pessoas, via SMS e Facebook Messenger, proporciona uma experiência leve e interativa, alcançando uma taxa de engajamento superior a 75% dos usuários.

O objetivo final da Tá.Na.Hora se volta então para:

  • Redução de custos médicos em saúde
  • Melhora da produtividade e engajamento com a própria saúde
  • Aumento do bem-estar dos colaboradores
  • Redução de absenteísmo e presenteísmo
  • Maior competitividade das empresas
  • Redução de custos e pressão sobre budget com saúde

A estratégia compreende tanto o curto quanto o longo prazo e podem ser um diferencial para promoção de saúde e qualidade de vida dentro das organizações.

A Saúde nas empresas está comprometida

“A Saúde nas empresas está comprometida” foi a chamada da Harvard Business review Brasil para alertar as organizações brasileiras sobre esta demanda latente e de grande peso estratégico nos departamentos de RH. Seja pela capacidade de reduzir custos, seja pela criação de uma cultura de saúde, é um caminho promissor para empresas que visam ao bem-estar de seus colaboradores.

Descubra como a Tá.Na.Hora pode ajudar sua empresa a também inovar na gestão de saúde corporativa, reduzindo seus custos assistenciais, clicando aqui  Fale Conosco.

* Leandro Racuia é o growth hacker da Tá.Na.Hora Saúde Digital. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/leandroracuia/.

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